
Eu sou… neta, filha, irmã, companheira, mãe.
Minhas raízes e minhas asas.
Eu sou… mulher.
Nutrida e nutrindo com essa força.
Eu sou… psicóloga.
Desatando nós e refazendo laços.
Meu nome é Clície Aparecida Pereira Lourenço, psicóloga desde 2004. Nasci e cresci em Contagem, Minas Gerais, lugar onde estão minhas raízes e onde também escolhi construir parte importante da minha vida e do meu trabalho.
Minha trajetória na Psicologia começou na UFMG e, desde então, foi sendo atravessada por diferentes campos de estudo, experiências profissionais e pela própria vida.
Minha prática clínica tem base existencial, humanista e sistêmica, em diálogo com a Gestalt-terapia, o Psicodrama e a Logoterapia. Ao longo desse percurso, aprofundei também meu interesse pela compreensão sistêmica das relações humanas, ampliando meu olhar sobre os contextos familiares, relacionais e sociais que atravessam cada história.
Mas compreender uma mulher exige também olhar para o mundo no qual ela vive.
Os estudos de gênero e a crítica feminista passaram, assim, a ocupar um lugar importante na minha formação e na minha prática. Especialização, mestrado, atuação social e experiência clínica foram aprofundando em mim uma compreensão: muitas das dores que chegam ao consultório são profundamente pessoais, mas não são apenas individuais.
Há histórias familiares. Relações. Maternidades. Sobrecargas. Mudanças do corpo. Trabalho. Afetos. Rupturas. Expectativas. Ciclos que terminam e outros que começam.
E há também uma mulher tentando se reconhecer no meio de tudo isso.
Foi desse encontro entre formação, clínica, experiência e vida que minha atuação foi se aproximando cada vez mais do cuidado de mulheres.
Hoje, meu trabalho busca oferecer um espaço no qual cada mulher possa compreender sua história, reconhecer suas necessidades, elaborar suas experiências e construir escolhas mais conscientes e possíveis para a vida que deseja viver.
O Jardim nasceu desse percurso.
Não como uma ruptura com minha trajetória, mas como seu amadurecimento.
Um lugar onde diferentes mulheres, em diferentes momentos da vida, possam encontrar diferentes caminhos de cuidado.

